embaixo d'água congelada em um segundo eternizada em meu preso fôlego esperando que um dia me encontrem conservada em lembranças do que um dia antes fora sólido
em filtros de cores lentes de amores focos e closes silêncio e morte daqueles que buscam no passado o futuro se no fundo só são imortais as assombrações
O que está atrás da porta? O que não é como aparenta ser? O que eu sei no fundo de mim mesma que preferia não saber? Que parte de mim foi morta ou está agonizando?
'Desejo-te uma fé enorme, em qualquer coisa, não importa o quê, como aquela fé que a gente teve um dia, me deseja também uma coisa bem bonita, uma coisa qualquer maravilhosa, que me faça acreditar em tudo de novo, que nos faça acreditar em tudo outra vez.' (Caio F. Abreu)